Pinus. Foto: Berneck.

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Produtividade do eucalipto no Brasil

Na próxima quinta-feira (23), a produtividade das florestas de eucalipto do Brasil será tema de um debate organizado pela Malinovski. Dentro do projeto Malinovski Talks, que entrevista personalidades do setor florestal e da indústria da madeira, o CEO da empresa, Ricardo Malinovski, receberá quatro dos principais diretores florestais do Brasil. O Café com a Diretoria acontecerá dentro do canal da Malinovski no YouTube (Malinovski Oficial), das 14h às 16h. Estão confirmados Alexandre Chueri Neto, diretor executivo florestal da Suzano; Germano Vieira, diretor florestal da Eldorado Brasil; José Totti, diretor florestal da Klabin; e Júlio Ribeiro, diretor industrial e técnico da Cenibra. As perguntas podem ser enviadas antecipadamente para o e-mail info@malinovski.com.br ou por WhatsApp: (41) 99924-3993.

Importância do tema – A madeira de eucalipto é matéria-prima para uma variada linha de produtos. Papel e embalagens estão presentes todos os dias na nossa vida. Outro ponto positivo da madeira de eucalipto está no seu uso como combustível renovável, já que o cavaco é muito eficaz na geração de energia térmica e na secagem de grãos. A indústria siderúrgica utiliza em larga escala a madeira de eucalipto no processo de fabricação de ferro e aço. O eucalipto ainda está presente na construção civil e na produção de móveis, como por exemplo na produção de painéis reconstituídos. Com o avanço de pesquisas científicas, está sendo possível desenvolver novos materiais com a celulose da madeira de eucalipto, através da nanotecnologia.

Uma das grandes vantagens desta matéria-prima está na sustentabilidade, pois é um material renovável, com origem em florestas plantadas. De acordo com a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), entidade que representa o setor de florestas plantadas no Brasil, o nosso país é um dos maiores produtores de madeira de eucalipto do mundo. Em 2018, a produtividade média registrada foi de 36 metros cúbicos por hectare/ano. Vários são os motivos desta alta produtividade: condições de solo e clima, melhoramento genético, alto nível profissional das empresas de silvicultura estão entre os principais.

Confira o currículo dos participantes:

Alexandre Chueri

É diretor executivo florestal da Suzano, posição que ocupa desde julho de 2013. Iniciou sua carreira como consultor associado à Ideadeco Ltda., onde atuou nas áreas de irrigação e agroindústria. Em seguida ingressou na Construtora Norberto Odebrecht S.A., no cargo de gerente de obras agrícolas e agroindustriais. Também foi diretor superintendente da Ciplan – Cimento Planalto S.A. Chueri é formado em Engenharia Agronômica e Engenharia Florestal pela ESALQ/USP. Possui mestrado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), curso concluído na Stockholm School of Economics, na Suécia.

Germano Vieira

Graduado em Engenharia Florestal pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, com pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho pela PUC/ICMG – Instituto Católico de Minas Gerais e MBA Executivo pela Fundação Getúlio Vargas. Possui mais de 30 anos de experiência como gestor de grandes projetos na área florestal em empresas como CAF Santa Bárbara Ltda, Celulose Nipo-brasileira S.A. – CENIBRA e MASISA do Brasil. Atuou como presidente na AMS (Associação Mineira de Silvicultura), e como presidente na SIF (Sociedade de Investigação Florestal). Atualmente ocupa cargo de diretor florestal na Eldorado Brasil Celulose S.A.

José Totti

Possui vasta experiência no setor florestal, atuando em diversas oportunidades como representante de produtores e empresas da categoria. Participou da criação da Associação Brasileira de Produtores de Florestas Plantadas e da Associação Baiana de Florestas Plantadas, da qual foi vice-presidente. Também liderou as associações gaúchas de Engenheiros Florestais e de Empresas Florestais. Foi membro do Conselho Brasileiro de Manejo Florestal (FSC Brasil). Atualmente é vice-presidente da Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal. Em sua primeira passagem pela Klabin, atuou nas unidades Guaíba (RS) e Camaçari (BA). Ainda na cidade baiana, trabalhou como diretor florestal na Bahia Pulp. De volta à Klabin em 2005, assumiu o posto de diretor florestal em 2008. É formado em Engenharia Florestal pela Universidade Federal de Santa Maria (RS) e pós-graduado em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas.

Júlio Ribeiro

É engenheiro mecânico (UFMG), com MBA em Gestão Empresarial (USP) e mestrado em Tecnologia de Celulose e Papel (UFV). Iniciou a carreira profissional na CENIBRA – Celulose Nipo-Brasileira S/A – em 1993 na função de engenheiro trainee. Desde então foram 27 anos de trabalho em diversas áreas e projetos, culminando com a indicação ao cargo de diretor industrial e florestal em maio de 2018. Atua diretamente, desde as etapas de viveiro e planejamento florestal, até a entrega do produto acabado para expedição.