Pinus. Foto: Berneck.

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Mestrando da UFPR realiza pesquisa sobre impacto do regime tributário na atividade florestal

A proposta dos pesquisadores mostrar aos produtores o melhor tipo de regime tributário que favoreça a rentabilidade

A diretoria executiva da Apre recebeu, no dia 11 de maio, o pesquisador da Embrapa Florestas José Mauro Magalhaes Avila Paz More e o mestrando da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Gilson Luis Kolenez. Na ocasião, eles apresentaram o direcionamento do início das pesquisas sobre o tema “Impacto do regime tributário na atividade florestal”. Com o estudo, os pesquisadores acreditam que será possível mostrar aos produtores o melhor tipo de regime tributário que favoreça a rentabilidade. Além disso, eles pretendem também iniciar uma discussão sobre o impacto que o arrendamento de terra e a obtenção de empréstimos de terceiro podem ter sobre a rentabilidade da atividade, e se isto alteraria a escolha do regime tributário adotado.

“Já há uma aproximação nossa com o setor para obtenção de informações sobre custos de produção mais comumente praticados na região Sul para o plantio e colheita de Pinus spp. A nossa intenção foi apresentar a ideia do trabalho à Apre e obter um feedback sobre a receptividade e utilidade do trabalho. A resposta foi positiva. Agora, vamos desenvolver a dissertação e pretendemos entrar em contato com a Associação para atualizar as informações sobre custos de produção caso seja necessário. Depois, vamos apresentar os resultados dos trabalhos”, comentou José Mauro Magalhaes Avila Paz More.

Na avaliação do pesquisador da Embrapa Florestas, essa aproximação com o setor é muito importante e uma preocupação da Embrapa Florestas e da UFPR, “para que seja possível alinhar as pesquisas científicas para a obtenção de resultados que sejam úteis à sociedade e ao setor florestal brasileiro. A ideia é continuar com esta aproximação para a elaboração de estudos futuros”, destacou.

Ailson Loper, gerente executivo da Apre, afirmou que o setor está sempre aberto a ouvir as propostas dos pesquisadores, porque muitos desses estudos podem servir para balizar as ações do segmento. “O objetivo da Apre é manter aberto o canal de contato com a academia e as unidades de pesquisa, pois entendemos que inovação e tecnologia devem ser o motor de desenvolvimento para os próximos anos”, declarou.

Fonte: Assessoria de Imprensa Apre