Pinus. Foto: Berneck.

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Empresas que não investem em inovação estão fadadas ao fracasso, diz consultor

Afirmação foi feita durante 5º Workshop Apre/Embrapa Florestas

Com o avanço tecnológico crescendo rapidamente e a velocidade com que as coisas mudam, a inovação dentro das organizações é uma necessidade urgente. Segundo Mário Sant’Anna, consultor da MPR3, “as empresas que não inovam estão fadadas ao fracasso”. Essa afirmação foi feita durante a palestra “Gestão da Inovação”, que fez parte da programação do 5º Workshop Apre/Embrapa Florestas.

“Estamos numa era de mudanças, mas talvez não tenhamos essa percepção muito clara. Vivemos em um novo mundo, com novas ideias, novos modelos de trabalho e novos problemas. Por isso, precisamos encontrar novas soluções todos os dias”, declarou.

Por conta disso, Sant’Anna afirmou que o tema “inovação” tem que fazer parte da cultura da organização, do DNA da empresa. Para se criar essa cultura, ele garantiu que o caminho é trabalhar na gestão da inovação. Infelizmente, o consultor destacou que o Brasil ainda está bastante atrasado no estágio tecnológico da indústria: enquanto estamos no estágio 2.0, países desenvolvidos encontram-se no estágio 4.0.

Para mudar esse cenário, ele ressalta que as organizações devem trabalhar em cima de três pilares – plano estratégico, tático e operacional – e cita que, hoje, é preciso errar mais rápido, corrigir mais rápido, acertar mais rápido e, sobretudo, vender mais rápido. Além disso, Sant’Anna sugere que as empresas adotem a “síndrome do design dominante”, que ganha a fidelidade do mercado, engloba as necessidades de muitas classes de usuários e tem uma função satisfatória generalizada, ao invés de atender às demandas individuais de usuários isolados.

Sobre o setor florestal, o consultor avaliou que o segmento cresceu em produtividade, profissionalizou-se, criou métodos e gestão graças à mecanização, à genética e à química. “Mas os desafios não param de surgir, como os custos, por exemplo. Por isso, é fundamental incorporar novas tecnologias para não perder competitividade”, finalizou.

Fonte: Assessoria de imprensa Apre